Sem brilho, Brasil só acorda no segundo tempo e sofre para bater a Coreia.
Após um primeiro tempo ruim e de fraco futebol, a seleção brasileira voltou um pouco melhor do intervalo, bateu a Coreia do Norte por 2 a 1, no estádio Ellis Park, em Johannesburgo, e lidera o Grupo G da Copa do Mundo-2010, com gols do lateral-direito Maicon e do volante Elano.
Com o resultado, a equipe do técnico Dunga chegou a três pontos, contra apenas um de Portugal e Costa do Marfim, que empataram sem gols hoje no jogo inaugural da chave, em Port Elizabeth
Folha.com
terça-feira, 15 de junho de 2010
MARZAGÃO ESTÁ EM FESTA
Marzagão comemora seus 61 anos, com extensa programação festiva, que começou no último 13, domingo, e vai até o dia 20 do corrente mês. A programação comemorativa inclui a temporada 2010 do Circuito Goiano de Rodeio, de l7 a 20, com entrada franca todas as noites, Quadrangular de Voleibol Feminino, Futsal masculino, carreata, banda de música, apresentações artísticas das escolas do Município, Orquestra de Violeiros, forró dançante, boate itinerante, duplas sertanejas e dezenas de outras atividades nestes 8 dias de comemorações. Apesar do orçamento da cidade ser bastante pequeno, a Prefeitura consegue realizar para o povo festividades de alta qualidade, com inclusão de programas culturais, sem cobrar um único centavo da população.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
“Voto não tem preço. Saúde é seu direito!”
“Voto não tem preço. Saúde é seu direito!”
A diretora da secretaria executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita José Rosa, apresentou a nova campanha da rede em uma palestra neste final de semana na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. “Voto não tem preço. Saúde é seu direito!” tem como objetivo tratar um tema comum principalmente nos anos eleitorais: corrupção eleitoral versus saúde.MCCE
A diretora da secretaria executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita José Rosa, apresentou a nova campanha da rede em uma palestra neste final de semana na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. “Voto não tem preço. Saúde é seu direito!” tem como objetivo tratar um tema comum principalmente nos anos eleitorais: corrupção eleitoral versus saúde. MCCE
A diretora da secretaria executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita José Rosa, apresentou a nova campanha da rede em uma palestra neste final de semana na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. “Voto não tem preço. Saúde é seu direito!” tem como objetivo tratar um tema comum principalmente nos anos eleitorais: corrupção eleitoral versus saúde.MCCE
A diretora da secretaria executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita José Rosa, apresentou a nova campanha da rede em uma palestra neste final de semana na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. “Voto não tem preço. Saúde é seu direito!” tem como objetivo tratar um tema comum principalmente nos anos eleitorais: corrupção eleitoral versus saúde. MCCE
domingo, 13 de junho de 2010
Ethos e CGU propõem um Cadastro de Empresas Pró-Ética
A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Instituto Ethos estudam a criação de um cadastro de empresas que invistam na ética e na integridade por meio da implementação de medidas de governança corporativa e de prevenção da corrupção. A ideia é criar e divulgar uma lista de empresas que voluntariamente tenham solicitado seu cadastramento e submetido suas políticas de ética e integridade a análise, com o objetivo de incentivar o setor privado a desenvolver ações concretas de prevenção da corrupção.
A CGU e o Ethos querem ouvir as empresas e os diversos setores da sociedade ligados ao tema sobre a proposta. Por isso, produziram um documento que traz os objetivos e as principais diretrizes do projeto e o colocam em consulta pública pelo prazo de 45 dias, para que seja avaliado e receba sugestões.
Acesse o texto da Consulta Pública e envie suas sugestões até o dia 1º de julho de 2010 para o e-mail cadastroempresasproetica@cgu.gov.br.
O objetivo do projeto não é chancelar empresas como organizações éticas, limpas ou livres de corrupção. A iniciativa de se criar um cadastro visa a difundir as políticas e ações que são reconhecidamente desejadas e necessárias para se desenvolver um ambiente de integridade que reduza os riscos de ocorrência de fraude e corrupção e aumente a confiança nas relações entre o setor público e o setor privado. O objetivo é também divulgar bons exemplos, que poderão ser conhecidos e servir de estímulo à adoção de boas práticas de promoção da ética no setor privado. Fonte: Ethos
A CGU e o Ethos querem ouvir as empresas e os diversos setores da sociedade ligados ao tema sobre a proposta. Por isso, produziram um documento que traz os objetivos e as principais diretrizes do projeto e o colocam em consulta pública pelo prazo de 45 dias, para que seja avaliado e receba sugestões.
Acesse o texto da Consulta Pública e envie suas sugestões até o dia 1º de julho de 2010 para o e-mail cadastroempresasproetica@cgu.gov.br.
O objetivo do projeto não é chancelar empresas como organizações éticas, limpas ou livres de corrupção. A iniciativa de se criar um cadastro visa a difundir as políticas e ações que são reconhecidamente desejadas e necessárias para se desenvolver um ambiente de integridade que reduza os riscos de ocorrência de fraude e corrupção e aumente a confiança nas relações entre o setor público e o setor privado. O objetivo é também divulgar bons exemplos, que poderão ser conhecidos e servir de estímulo à adoção de boas práticas de promoção da ética no setor privado. Fonte: Ethos
sábado, 12 de junho de 2010
Aprovação de Ficha Limpa mostra que eleitor quer mais do que votar
Os eleitores de Corumbaíba e de toda a região terão, a partir deste ano todas as informações para escolherem bem os seus candidatos. A AMAC divulgará os nomes dos candidatos julgados e condenados por órgão colegiado-Tribunal de Justiça-, e os relacionados para serem julgados, assim eliminando aqueles que sujam, também, a política brasileira, em crimes como improbidade administrativa, abuso de autoridade, racismo, tortura, abuso sexual, formação de quadrilha, crimes contra a vida e crimes hediondos, dentre outros.
A reportagem abaixo é da jornalista Martina Calvacanti da eBAND, equipe de jornalismo, divulgado hoje na BAND e postado no SITE:
" A lei da Ficha Limpa é um dos exemplos mais recentes de que o eleitor brasileiro não se contenta com o mero direito do voto e busca outras formas de participação política. A opinião é de Monica Herman Caggiano, professora de Direito Constitucional na USP e autora do livro “Direito Parlamentar e Direito Eleitoral”. “É uma evidência de que o nosso cidadão quer mais. É um cidadão mais exigente, preparado e participativo que quer interferir diretamente na decisão política e na sua execução”, afirmou em entrevista ao eBand.
Fruto de iniciativa popular, o Ficha Limpa chegou ao Congresso em setembro do ano passado após reunir 1,6 milhão de assinaturas e deve impedir a candidatura de condenados por órgão colegiado por oito anos a partir destas eleições. Grande parte das assinaturas do projeto foi obtida pela da Internet, meio que viabilizou a aprovação do projeto, segundo a especialista. “Na Internet, o indivíduo participa de decisões, se comunica com instituições e promove controle”, afirmou.
Além da importância para a aprovação do projeto, o uso da internet será essencial para os candidatos que desejam chamar a atenção dos eleitores neste ano, segundo Caggiano. “Até há muito pouco tempo, o candidato pedia votos, discursava, apresentava seu programa, seu projeto de governo, conquistava o seu eleitorado, em praça pública, nos comícios. Hoje, a internet vai ser o grande palco dos comícios”, comparou.
De acordo com a especialista, a web pode aperfeiçoar a democracia e torná-la direta em 20 anos. Para esse nível de expansão, porém, seria necessário que todos tivessem acesso à internet, o que ainda está distante".
A reportagem abaixo é da jornalista Martina Calvacanti da eBAND, equipe de jornalismo, divulgado hoje na BAND e postado no SITE:
" A lei da Ficha Limpa é um dos exemplos mais recentes de que o eleitor brasileiro não se contenta com o mero direito do voto e busca outras formas de participação política. A opinião é de Monica Herman Caggiano, professora de Direito Constitucional na USP e autora do livro “Direito Parlamentar e Direito Eleitoral”. “É uma evidência de que o nosso cidadão quer mais. É um cidadão mais exigente, preparado e participativo que quer interferir diretamente na decisão política e na sua execução”, afirmou em entrevista ao eBand.
Fruto de iniciativa popular, o Ficha Limpa chegou ao Congresso em setembro do ano passado após reunir 1,6 milhão de assinaturas e deve impedir a candidatura de condenados por órgão colegiado por oito anos a partir destas eleições. Grande parte das assinaturas do projeto foi obtida pela da Internet, meio que viabilizou a aprovação do projeto, segundo a especialista. “Na Internet, o indivíduo participa de decisões, se comunica com instituições e promove controle”, afirmou.
Além da importância para a aprovação do projeto, o uso da internet será essencial para os candidatos que desejam chamar a atenção dos eleitores neste ano, segundo Caggiano. “Até há muito pouco tempo, o candidato pedia votos, discursava, apresentava seu programa, seu projeto de governo, conquistava o seu eleitorado, em praça pública, nos comícios. Hoje, a internet vai ser o grande palco dos comícios”, comparou.
De acordo com a especialista, a web pode aperfeiçoar a democracia e torná-la direta em 20 anos. Para esse nível de expansão, porém, seria necessário que todos tivessem acesso à internet, o que ainda está distante".
MINISTRO CONFIRMA POSIÇÃO, CORRUPÇÃO NÃO.
O ministro relator da consulta respondida na quinta pelo TSE, Hamilton Carvalhido, disse ao jornal O Globo que a lei valerá para condenações anteriores à sua publicação. “As condenações antes da lei valem. Ela é clara, não deixa dúvidas, alcança processos pendentes.”
Correio Brasiliense - Publicação: 12/06/2010 08:37
Correio Brasiliense - Publicação: 12/06/2010 08:37
''Não é possível mais conviver com corrupção'' - Chico Whitaker
E a polêmica questão dos tempos verbais após os acréscimos no Senado?
Não há, ao contrário do que se disse, problema algum para a aplicação da lei no ato do registro dos candidatos, em 5 de julho próximo, quando só poderá se registrar quem tiver ficha limpa. Quem matou a charada foi o Duque de Caxias que, na Guerra do Paraguai, disse: "sigam-me os que forem brasileiros". A expressão "os que forem" significa exatamente "os que são". Este é o espírito da lei e é assim que, temos certeza, será encarado pela Justiça. Aliás, o próprio relator, ministro Hamílton Carvalhido, disse que o artigo terceiro da lei refere-se a fatos já ocorridos.
Moacir Assunção - O Estado de S.Paulo
Não há, ao contrário do que se disse, problema algum para a aplicação da lei no ato do registro dos candidatos, em 5 de julho próximo, quando só poderá se registrar quem tiver ficha limpa. Quem matou a charada foi o Duque de Caxias que, na Guerra do Paraguai, disse: "sigam-me os que forem brasileiros". A expressão "os que forem" significa exatamente "os que são". Este é o espírito da lei e é assim que, temos certeza, será encarado pela Justiça. Aliás, o próprio relator, ministro Hamílton Carvalhido, disse que o artigo terceiro da lei refere-se a fatos já ocorridos.
Moacir Assunção - O Estado de S.Paulo
quinta-feira, 10 de junho de 2010
AOS SENHORES PRESIDENTE E CONSELHEIROS DO TCM-GO
ATENDAM O PEDIDO DA AMAC E DOS VEREADORES QUE LUTAM CONTRA A IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NA PREFEITURA DE CORUMBAÍBA. ATENDAM AOS ANSEIOS DO POVO DA CIDADE E DE TODO O BRASIL A EXEMPLO DA FICHA LIMPA QUE A SOCIEDADE BRASILEIRA PEDIU, O CONGRESSO NACIONAL ATENDEU E AGORA O TSE CONFIRMOU, MOSTRANDO QUE QUER HONESTIDADE NA POLÍTICA. O POVO JÁ NÃO AGUENTA MAIS. AINDA CONFIAMOS NO SENHOR E NO COLEGIADO DESSE ÓRGÃO QUE FOI CRIADO PARA COMBATER A CORRUPÇÃO. O TCM É UM ÓRGÃO DE CONTROLE SOCIAL. NÃO É? ESTE É MAIS UM MOVIMENTO QUE TENDE A CRESCER. ESPERAMOS CONTAR COM O APOIO DESSE ÓRGÃO, PARA CONTINUAR MERECEDOR DE NOSSO RESPEITO, COMO FOI ATÉ AQUÍ. ESTA LUTA É DO POVO BRASILEIRO. AMAC
TSE decide que Ficha Limpa já vale para eleição de 2010
MARIÂNGELA GALLUCCI - Agência Estado
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluíram hoje que a Lei Ficha Limpa vale já para a eleição deste ano. De acordo com a lei, os políticos que forem condenados por tribunais estão impedidos de disputar um cargo eletivo.
O TSE chegou a esse entendimento durante o julgamento de uma consulta do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). O parlamentar perguntou se uma lei sobre inelegibilidades aprovada até 5 de julho deste ano poderia ser aplicada na eleição de outubro. Cinco de julho é o prazo para o registro das candidaturas.
"A lei tem aplicação na eleição de 2010", respondeu o relator da consulta, ministro Hamilton Carvalhido, que foi seguido por 5 de seus 6 colegas de tribunal. O ministro ressaltou que a lei excluiu das disputas apenas os políticos condenados por tribunais e não os que respondem a inquéritos e processos ou que ainda estão recorrendo de decisões individuais de juízes.
No julgamento, a maioria dos ministros do TSE concluiu que a Lei Ficha Limpa foi aprovada antes das convenções, não provocou mudanças no processo eleitoral e, portanto, não seria necessário esperar um ano para começar a aplicá-la. Há uma jurisprudência consolidada, baseada na Constituição Federal, segundo a qual modificações no processo eleitoral têm de ser aprovadas com pelo menos um ano de antecedência.
"As inovações trazidas pela lei não alteram o processo eleitoral", afirmou Carvalhido. "Essa lei não tem finalidade casuística", afirmou a ministra Cármen Lúcia, que também votou a favor da aplicação da regra na eleição deste ano. "A cláusula vedadora (à aplicação da lei antes de esperar o prazo de um ano) é categórica", afirmou.
O ministro Marco Aurélio Mello votou contra. "O processo eleitoral está em pleno curso", concluiu. O ministro Marcelo Oliveira ressaltou que o assunto deverá no futuro ser discutido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Antes que os ministros votassem, a vice-procuradora geral eleitoral, Sandra Cureau, defendeu a aplicação da Lei Ficha Limpa na eleição deste ano. Ela afirmou que a lei é resultado de um movimento da sociedade, que não suporta mais os escândalos na política. "Está ligado a insatisfação popular e a vontade popular de mudar, de que tenhamos daqui para frente candidatos que sejam capazes de exercer seus mandatos sem se envolver em escândalos", afirmou. "Entendo que não é um projeto que mereça ser protelado para eleições futuras. Precisa imediatamente atender aos anseios do povo brasileiro."
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluíram hoje que a Lei Ficha Limpa vale já para a eleição deste ano. De acordo com a lei, os políticos que forem condenados por tribunais estão impedidos de disputar um cargo eletivo.
O TSE chegou a esse entendimento durante o julgamento de uma consulta do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). O parlamentar perguntou se uma lei sobre inelegibilidades aprovada até 5 de julho deste ano poderia ser aplicada na eleição de outubro. Cinco de julho é o prazo para o registro das candidaturas.
"A lei tem aplicação na eleição de 2010", respondeu o relator da consulta, ministro Hamilton Carvalhido, que foi seguido por 5 de seus 6 colegas de tribunal. O ministro ressaltou que a lei excluiu das disputas apenas os políticos condenados por tribunais e não os que respondem a inquéritos e processos ou que ainda estão recorrendo de decisões individuais de juízes.
No julgamento, a maioria dos ministros do TSE concluiu que a Lei Ficha Limpa foi aprovada antes das convenções, não provocou mudanças no processo eleitoral e, portanto, não seria necessário esperar um ano para começar a aplicá-la. Há uma jurisprudência consolidada, baseada na Constituição Federal, segundo a qual modificações no processo eleitoral têm de ser aprovadas com pelo menos um ano de antecedência.
"As inovações trazidas pela lei não alteram o processo eleitoral", afirmou Carvalhido. "Essa lei não tem finalidade casuística", afirmou a ministra Cármen Lúcia, que também votou a favor da aplicação da regra na eleição deste ano. "A cláusula vedadora (à aplicação da lei antes de esperar o prazo de um ano) é categórica", afirmou.
O ministro Marco Aurélio Mello votou contra. "O processo eleitoral está em pleno curso", concluiu. O ministro Marcelo Oliveira ressaltou que o assunto deverá no futuro ser discutido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Antes que os ministros votassem, a vice-procuradora geral eleitoral, Sandra Cureau, defendeu a aplicação da Lei Ficha Limpa na eleição deste ano. Ela afirmou que a lei é resultado de um movimento da sociedade, que não suporta mais os escândalos na política. "Está ligado a insatisfação popular e a vontade popular de mudar, de que tenhamos daqui para frente candidatos que sejam capazes de exercer seus mandatos sem se envolver em escândalos", afirmou. "Entendo que não é um projeto que mereça ser protelado para eleições futuras. Precisa imediatamente atender aos anseios do povo brasileiro."
Ficha Limpa deve ser aplicada para as eleições de 2010
Ficha Limpa deve ser aplicada para as eleições de 2010
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenderam, nesta noite de quinta-feira (10), que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10), que altera a Lei das Inelegibilidades (LC 64/90), deve ser aplicada já nas eleições de outubro deste ano.
A nova lei prevê que candidatos que tiverem condenação criminal por órgão colegiado, ainda que caiba recurso, ficarão impedidos de obter o registro de candidatura, pois serão considerados inelegíveis. Também amplia prazos de inelegibilidade de três para oito anos.
Votaram com o relator os ministros Arnaldo Versiani, Cármen Lúcia, Aldir Passarinho Junior, Marcelo Ribeiro e o presidente, ministro Ricardo Lewandowski.
O ministro Marco Aurélio ficou vencido, pois entendeu que a norma só seria aplicável as eleições que se realizarem após 2010.
A análise do tema ocorreu em resposta à consulta formulada pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM).
Fonte: TSE
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenderam, nesta noite de quinta-feira (10), que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10), que altera a Lei das Inelegibilidades (LC 64/90), deve ser aplicada já nas eleições de outubro deste ano.
A nova lei prevê que candidatos que tiverem condenação criminal por órgão colegiado, ainda que caiba recurso, ficarão impedidos de obter o registro de candidatura, pois serão considerados inelegíveis. Também amplia prazos de inelegibilidade de três para oito anos.
Votaram com o relator os ministros Arnaldo Versiani, Cármen Lúcia, Aldir Passarinho Junior, Marcelo Ribeiro e o presidente, ministro Ricardo Lewandowski.
O ministro Marco Aurélio ficou vencido, pois entendeu que a norma só seria aplicável as eleições que se realizarem após 2010.
A análise do tema ocorreu em resposta à consulta formulada pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM).
Fonte: TSE
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