O Mundo Sob Nova Direção.
Sustentabilidade: O Novo Contrato da Sociedade com o Planeta.
Estão abertas as inscrições para a 12a. Conferência Internacional Empresas e Responsabilidade Social do Instituto Ethos. Esta edição ocorrerá entre 11 e 14 de maio de 2010, no Hotel Transamérica, em São Paulo. A Conferência terá toda a sua programação baseada na Carta da Terra, uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.
Como já se tornou tradicional, a Conferência Internacional 2010 será iniciada com o debate “RSE na Mídia”, no dia 11 de maio. Que em ano de eleições trará o debate “A Imprensa como Indutora da Sustentabilidade na Pauta Política”. Esta atividade é aberta ao público, assim como a 3ª edição da Mostra de Tecnologias Sustentáveis, que vai se realizar simultaneamente à Conferência Internacional, no local.
A Conferência Internacional 2010 será mais interativa e participativa: o público será convidado a selecionar os momentos que quer vivenciar durante o evento: Compartilhar, Debater ou Aprender e também poderão propor novas discussões. Outra novidade serão as atividades propostas pelos parceiros nacionais e internacionais da Conferência: Instituto Akatu, Movimento Nossa São Paulo, Business for Social Responsibility, Fórum Empresa, Global Reporting Initiative, Pacto Global da ONU, Sustainability e Volans.
As inscrições podem ser feitas exclusivamente pelo site www.ethos.org.br/ci2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
MAIS UM PREFEITO CORRUPTO NA CADEIA
Postado por MOVIMENTO ALERTA ANTONINA em 1 abril 2010 às 3:26
Polícia Federal prende prefeito de Satubinha-MA

SÃO LUÍS - A Polícia Federal (PF) prendeu, numa operação em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), em flagrante, na tarde desta quarta-feira (31), o prefeito do município de Satubinha (272km de São Luís), Antônio Rodrigues de Melo
(PP), o "Mão de Ouro". Ele foi preso por cometer fraude em prestação de contas da prefeitura.
Ainda não se sabe se outras pessoas foram presas juntamente com ele. De acordo com as primeiras informações, o prefeito Antônio Melo também havia sacado dinheiro das contas da prefeitura ilegalmente, como tem ocorrido em outros municípios investigados pela PF, e, por isso, estava fraudando as prestações de conta, para justificar o uso dos recursos. Na fraude, há envolvimento de contadores que foram presos pela PF na Operação Rapina I, de 2007.
Antônio Rodrigues de Melo já está sendo trazido para São Luís pela PF e deverá chegar nesta noite. Há informações de que um secretário municipal de Satubinha também foi preso na operação e também está sendo trazido para São Luís.
DENÚNCIA
No último dia 16, o Tribunal de Justiça do Maranhão recebeu uma denúncia do Ministério Público envolvendo o prefeito de Satubinha, Antônio Rodrigues de Melo. Ele é acusado de fraudar 23 processos licitatórios na prefeitura. Foram identificadas, em investigação da PF, duas empresas de fachada que estariam participando das licitações.
Fonte: Portal Imirante.com
Polícia Federal prende prefeito de Satubinha-MA

SÃO LUÍS - A Polícia Federal (PF) prendeu, numa operação em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), em flagrante, na tarde desta quarta-feira (31), o prefeito do município de Satubinha (272km de São Luís), Antônio Rodrigues de Melo
(PP), o "Mão de Ouro". Ele foi preso por cometer fraude em prestação de contas da prefeitura.
Ainda não se sabe se outras pessoas foram presas juntamente com ele. De acordo com as primeiras informações, o prefeito Antônio Melo também havia sacado dinheiro das contas da prefeitura ilegalmente, como tem ocorrido em outros municípios investigados pela PF, e, por isso, estava fraudando as prestações de conta, para justificar o uso dos recursos. Na fraude, há envolvimento de contadores que foram presos pela PF na Operação Rapina I, de 2007.
Antônio Rodrigues de Melo já está sendo trazido para São Luís pela PF e deverá chegar nesta noite. Há informações de que um secretário municipal de Satubinha também foi preso na operação e também está sendo trazido para São Luís.
DENÚNCIA
No último dia 16, o Tribunal de Justiça do Maranhão recebeu uma denúncia do Ministério Público envolvendo o prefeito de Satubinha, Antônio Rodrigues de Melo. Ele é acusado de fraudar 23 processos licitatórios na prefeitura. Foram identificadas, em investigação da PF, duas empresas de fachada que estariam participando das licitações.
Fonte: Portal Imirante.com
A AMAC prometeu, a AMAC cumpre. Eis, abaixo, o quadro detalhado dos recursos do Governo Federal para Corumbaíba.


Fonte: CGU
Link: http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2009
Estes recursos de transferências do Governo Federal para Corumbaíba relativos ao exercício de 2009, foram postados no Portal da Transparência da CGU, como deveria ser, com as aplicações destes recursos pelas unidades gestoras, infelizmente o povo nunca fica sabendo, a tempo, do volume do dinheiro recebido, como foi gasto, a lisura de suas aplicaçães e de que forma a sociedeade foi beneciciada. Em Corumbaíba não hé TRANSPARÊNCIA, o art. 5º da Constutuição não é respeitado e o povo fica sempre a ver navios. Isto vai mudaar, pode acreditar! A AMAC está de olho aberto e vai denunciar, a partir de cada comprovação. E vai recorrer também. Acredita? Improblidade não pode ter parceiros. Tem que ser apurada. Quem não deve, não teme.
quarta-feira, 31 de março de 2010
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA APROVA VENDA DE AÇÕES DA CELG
Após nova ameaça tucana de adiar a sessão, a Assembleia Legislativa aprovou ontem, em primeira votação, a venda de 41,08% das ações da Celg para a Eletrobras. O projeto foi aprovado com algumas emendas e volta ao plenário hoje para apreciação final. A aprovação do texto veio 20 dias depois do governo ter enviado a matéria ao Legislativo. O processo até a definição teve lances tensos de disputa entre a base do governador Alcides Rodrigues e o grupo ligado ao PSDB
Deputados comentam as provocações e ameaças feitas por Durval em depoimento
Luísa Medeiros
Samanta Sallum
Distritais, no entanto, não estão dispostos a pagar para ver o que vem do "rolo compressor
CAIXA DE PANDORA
As provocações, recados e insinuações de Durval Barbosa produziram reações diversas na Câmara Legislativa, mas nenhuma contundente. Foram poucos os deputados distritais com iniciativa ou disposição em comentar. Não se ouviu ontem em plenário discursos acalorados em defesa da Casa, colocada sob suspeita por Durval ao comentar que não falaria à CPI porque já tinha se pronunciado às instâncias em que “confiava”.
“A gente tem que superar essa fase de suspeição geral. Precisamos ter acesso ao conteúdo total do inquérito, mas com o que já está divulgado dá para a CPI trabalhar. Temos de virar essa página do que o Durval ainda vai fazer ou não”, comentou a presidenta da CPI, Eliana Pedrosa (DEM), tentando demonstrar que as provocações de Durval não surtiram efeito, pelo menos nela.
“Eu não conheço ele. Não sei do que fala. Não tenho nada a ver com isso”, limitou-se a dizer Cristiano Araújo (PTB). “Não me surpreendeu que Durval ficasse calado. Eu não acreditava que ele iria acrescentar algo”, também despistou Alírio Neto (PPS). O comportamento dos deputados ontem era de esforço para não vestir a carapuça lançada por Durval. A afirmação de um iminente “rolo compressor” deixa os distritais desconfortáveis. Jaqueline Roriz (PMN) fez que não viu nem ouviu. “Não estava lá no depoimento. Não sei o ele que falou. Prefiro não comentar”.
"Facilidade"
“Até no seu silêncio, Durval passou informações. Mesmo não falando, ele falou. Para mim, até foi farto o depoimento mesmo com habeas corpus”, comentou Chico Leite (PT). “Então ele não confia nem no irmão?”, comentou um deputado, referindo-se a Milton Barbosa ao comentar a declaração de que Durval não confia na Câmara. O fato é que a maioria não quer comprar briga com Durval. Parece não querer pagar para ver o que vem desse “rolo compressor”.
“Deve vir mesmo. Não duvido que nem 50% das denúncias tenham vindo à tona ainda. Incomoda-se com isso quem tem algo a temer. O PT não tem”, avaliou o presidente da Câmara, Cabo Patricio (PT). Na opinião do distrital Benedito Domingos (PP), um dos citados por Durval na Caixa de Pandora, a Polícia Federal tinha que ter acabado com a “facilidade” dada ao delator das denúncias de corrupção no GDF durante o depoimento. “Ele (Durval) tem a delação premiada e não pode só ficar soltando ameaças. Tem que contar logo o que sabe. Se vai vir o tal do rolo compressor, que venha desde 1999”, disse o deputado, destacando que as denúncias não podem ficar focadas na gestão de José Roberto Arruda. “Ele descobriu que o ataque seria sua melhor defesa”, afirmou Rogério Ulysses (sem partido).
Samanta Sallum
Distritais, no entanto, não estão dispostos a pagar para ver o que vem do "rolo compressor
CAIXA DE PANDORA
As provocações, recados e insinuações de Durval Barbosa produziram reações diversas na Câmara Legislativa, mas nenhuma contundente. Foram poucos os deputados distritais com iniciativa ou disposição em comentar. Não se ouviu ontem em plenário discursos acalorados em defesa da Casa, colocada sob suspeita por Durval ao comentar que não falaria à CPI porque já tinha se pronunciado às instâncias em que “confiava”.
“A gente tem que superar essa fase de suspeição geral. Precisamos ter acesso ao conteúdo total do inquérito, mas com o que já está divulgado dá para a CPI trabalhar. Temos de virar essa página do que o Durval ainda vai fazer ou não”, comentou a presidenta da CPI, Eliana Pedrosa (DEM), tentando demonstrar que as provocações de Durval não surtiram efeito, pelo menos nela.
“Eu não conheço ele. Não sei do que fala. Não tenho nada a ver com isso”, limitou-se a dizer Cristiano Araújo (PTB). “Não me surpreendeu que Durval ficasse calado. Eu não acreditava que ele iria acrescentar algo”, também despistou Alírio Neto (PPS). O comportamento dos deputados ontem era de esforço para não vestir a carapuça lançada por Durval. A afirmação de um iminente “rolo compressor” deixa os distritais desconfortáveis. Jaqueline Roriz (PMN) fez que não viu nem ouviu. “Não estava lá no depoimento. Não sei o ele que falou. Prefiro não comentar”.
"Facilidade"
“Até no seu silêncio, Durval passou informações. Mesmo não falando, ele falou. Para mim, até foi farto o depoimento mesmo com habeas corpus”, comentou Chico Leite (PT). “Então ele não confia nem no irmão?”, comentou um deputado, referindo-se a Milton Barbosa ao comentar a declaração de que Durval não confia na Câmara. O fato é que a maioria não quer comprar briga com Durval. Parece não querer pagar para ver o que vem desse “rolo compressor”.
“Deve vir mesmo. Não duvido que nem 50% das denúncias tenham vindo à tona ainda. Incomoda-se com isso quem tem algo a temer. O PT não tem”, avaliou o presidente da Câmara, Cabo Patricio (PT). Na opinião do distrital Benedito Domingos (PP), um dos citados por Durval na Caixa de Pandora, a Polícia Federal tinha que ter acabado com a “facilidade” dada ao delator das denúncias de corrupção no GDF durante o depoimento. “Ele (Durval) tem a delação premiada e não pode só ficar soltando ameaças. Tem que contar logo o que sabe. Se vai vir o tal do rolo compressor, que venha desde 1999”, disse o deputado, destacando que as denúncias não podem ficar focadas na gestão de José Roberto Arruda. “Ele descobriu que o ataque seria sua melhor defesa”, afirmou Rogério Ulysses (sem partido).
terça-feira, 30 de março de 2010
O INIMIGO DA REPÚBLICA : A CORRUPÇÃO
Livro analisa o papel da corrupção como inimigo da república
O filósofo Renato Janine Ribeiro trata do tema no volume "A República", da série Folha Explica, editada pela Publifolha:
Qual a sua idéia de corrupção? É quase certo que você fale em desvio, por um administrador desonesto, do dinheiro público. É a idéia que se firmou hoje em dia. Mas, antes disso, a corrupção era termo mais abrangente, designando a degradação dos costumes em geral.
Como a corrupção veio a se confinar no furto do bem comum? Talvez seja porque, numa sociedade capitalista, o bem e o mal, a legalidade e o crime acabam referidos à propriedade. Por analogia com a propriedade privada, o bem comum é entendido como propriedade coletiva - e até como bem condominial, aquele do qual cada um tem uma parcela, uma cota, uma ação.
Mas o bem comum é diferente, por natureza, do bem privado. No estatuto de uma sociedade comercial, é obrigatório incluir o destino a dar aos bens, caso ela se dissolva. Se constituo uma firma com um sócio, caso a fechemos repartiremos os bens que pertencem a ela. Mas isso é impossível quando se trata da coisa pública. Há certos "bens" que só ela produz e que não podem ser divididos: virtudes, direitos e uma socialização que não só respeita o outro como enriquece, humanamente, a nós mesmos.
Pensar o mau político como corrupto e, portanto, como ladrão simplifica demais as coisas. É sinal de que não se entende o que é a vida em sociedade. O corrupto não furta apenas: ao desviar dinheiro, ele mata gente. Mais que isso, ele elimina a confiança de um no outro, que talvez seja o maior bem público. A indignação hoje tão difundida com a corrupção, no Brasil, tem esse vício enorme: reduzindo tudo a roubo (do "nosso dinheiro"), a mídia ignora - e faz ignorar - o que é a confiança, o que é o elo social, o que é a vida republicana.
O filósofo Renato Janine Ribeiro trata do tema no volume "A República", da série Folha Explica, editada pela Publifolha:
Qual a sua idéia de corrupção? É quase certo que você fale em desvio, por um administrador desonesto, do dinheiro público. É a idéia que se firmou hoje em dia. Mas, antes disso, a corrupção era termo mais abrangente, designando a degradação dos costumes em geral.
Como a corrupção veio a se confinar no furto do bem comum? Talvez seja porque, numa sociedade capitalista, o bem e o mal, a legalidade e o crime acabam referidos à propriedade. Por analogia com a propriedade privada, o bem comum é entendido como propriedade coletiva - e até como bem condominial, aquele do qual cada um tem uma parcela, uma cota, uma ação.
Mas o bem comum é diferente, por natureza, do bem privado. No estatuto de uma sociedade comercial, é obrigatório incluir o destino a dar aos bens, caso ela se dissolva. Se constituo uma firma com um sócio, caso a fechemos repartiremos os bens que pertencem a ela. Mas isso é impossível quando se trata da coisa pública. Há certos "bens" que só ela produz e que não podem ser divididos: virtudes, direitos e uma socialização que não só respeita o outro como enriquece, humanamente, a nós mesmos.
Pensar o mau político como corrupto e, portanto, como ladrão simplifica demais as coisas. É sinal de que não se entende o que é a vida em sociedade. O corrupto não furta apenas: ao desviar dinheiro, ele mata gente. Mais que isso, ele elimina a confiança de um no outro, que talvez seja o maior bem público. A indignação hoje tão difundida com a corrupção, no Brasil, tem esse vício enorme: reduzindo tudo a roubo (do "nosso dinheiro"), a mídia ignora - e faz ignorar - o que é a confiança, o que é o elo social, o que é a vida republicana.
Procuradoria recomenda manutenção da cassação de Kassab
da Folha Online
A Procuradoria Regional Eleitoral recomenda em parecer que a Justiça mantenha a cassação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e da sua vice Alda Marco Antonio (PMDB). Os dois foram cassados no mês passado pelo juiz Aloísio Silveira, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, por recebimento ilegal de doação na campanha eleitoral de 2008.
No parecer, o procurador Luiz Carlos Dos Santos Gonçalves recomenda que Kassab e Alda recorram da decisão fora do cargo.
Por outro lado, o procurador recomenda mudar a decisão de primeira instância, que também determinou que Kassab e Alda ficassem inelegíveis por três anos. "[...] Determinando-se, ademais, a imediata execução do julgado, no que tange à cassação do diploma expedido", diz.
Kassab e Alda recorreram da cassação, que foi suspensa dois dias depois da primeira decisão. Na ocasião, a Justiça Eleitoral acolheu pedido de efeito suspensivo formulado pela defesa do prefeito de São Paulo. Com isso, a sentença de cassação ficou suspensa até o pronunciamento do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo.
Cassação
O juiz de primeira instância aceitou a denúncia do Ministério Público Eleitoral, que acusou o prefeito de ter recebido doações ilegais da AIB (Associação Imobiliária Brasileira), de sete construtoras e do Banco Itaú.
A Lei Eleitoral proíbe que candidatos ou partidos políticos recebam doações de empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público. No caso de Kassab, seriam as construtoras que prestam serviços à Prefeitura de São Paulo.
Na semana passada, entretanto, o TRE-SP derrubou decisão de primeira instância que cassava o mandato do vereador Carlos Apolinário (DEM).
A Procuradoria Regional Eleitoral recomenda em parecer que a Justiça mantenha a cassação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e da sua vice Alda Marco Antonio (PMDB). Os dois foram cassados no mês passado pelo juiz Aloísio Silveira, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, por recebimento ilegal de doação na campanha eleitoral de 2008.
No parecer, o procurador Luiz Carlos Dos Santos Gonçalves recomenda que Kassab e Alda recorram da decisão fora do cargo.
Por outro lado, o procurador recomenda mudar a decisão de primeira instância, que também determinou que Kassab e Alda ficassem inelegíveis por três anos. "[...] Determinando-se, ademais, a imediata execução do julgado, no que tange à cassação do diploma expedido", diz.
Kassab e Alda recorreram da cassação, que foi suspensa dois dias depois da primeira decisão. Na ocasião, a Justiça Eleitoral acolheu pedido de efeito suspensivo formulado pela defesa do prefeito de São Paulo. Com isso, a sentença de cassação ficou suspensa até o pronunciamento do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo.
Cassação
O juiz de primeira instância aceitou a denúncia do Ministério Público Eleitoral, que acusou o prefeito de ter recebido doações ilegais da AIB (Associação Imobiliária Brasileira), de sete construtoras e do Banco Itaú.
A Lei Eleitoral proíbe que candidatos ou partidos políticos recebam doações de empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público. No caso de Kassab, seriam as construtoras que prestam serviços à Prefeitura de São Paulo.
Na semana passada, entretanto, o TRE-SP derrubou decisão de primeira instância que cassava o mandato do vereador Carlos Apolinário (DEM).
AINDA SOBRE O MUTIRÃO DA SAÚDE - uma opinião de quem entende:
PARABÉNS PELO PROJETO AMAC. A SAÚDE É UMA ÁREA QUE PRECISA DA PARTICIPAÇÃO,COLABORAÇÃO E ENGAJAMENTO DE TODA A SOCIEDADE PARA QUE POSSAMOS REALIZAR UM PROJETO DE PREVENÇÃO ÀS DOENÇAS. ESSE PROJETO QUE ESTÁ PARA SER REALIZADO EM CORUMBAÍBA VEM DE ENCONTRO COM AOS MEUS PENSAMENTOS, POIS REALIZANDO OS EXAMES PODEREMOS DIAGNOSTICAR OS PROBLEMAS NO INICIO E SE ASSIM DETECTAR, PODEREMOS TRATAR AS DOENÇAS NO INÍCIO E MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE. PARABÉNS AMAC!!!!!
ATENCIOSAMENTE RODRIGO CEBOLA
Rodrigo Cebora é sócio da AMAC, ex-Secretário da Saúde de Corumbaíba e professor universitário da UNICALDAS
A AMAC agradece.
ATENCIOSAMENTE RODRIGO CEBOLA
Rodrigo Cebora é sócio da AMAC, ex-Secretário da Saúde de Corumbaíba e professor universitário da UNICALDAS
A AMAC agradece.
Olho vivo no dinheiro público.
Foi destinado para Corumbaíba, no exercício findo passado, ou seja em 2009, pelo Governo Federal, a importância de R$ 5.201.848,29. Observem que foram mais de cinco milhões e duzentos mil reais, para aplicação em diversos programas sociais como saúde, educação e outros. Oportunamente divulgaremos o quadro detalhado dos recursos. Entretanto, a AMAC cobra da Prefeitura cópias das prestações de contas das aplicações destes recursos, com acompanhamento documental. É possível?
É de bom alvitre deixar registrado aquí que os recussos acima são apenas do Governo Federal. Tem muito mais!
É de bom alvitre deixar registrado aquí que os recussos acima são apenas do Governo Federal. Tem muito mais!
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