sexta-feira, 15 de abril de 2011
PF investiga deputados no ‘Golpe da Creche’
A Polícia Federal precisa de assinaturas mais antigas de Sandro Mabel e Raymundo Veloso para verificar se eles autorizaram ou não contratações de funcionários fantasmas num esquema que desviou R$ 2 milhões dos cofres da Câmara
A Polícia Federal quer mais documentos com a assinatura do deputado Sandro Mabel (PR-GO) e do suplente de deputado Raymundo Veloso (PMDB-BA) para conferir se são mesmo deles as autorizações para a contratação de funcionários fantasmas pela Câmara. A partir dessas constratações, os salários e benefícios dos servidores, como o auxílio-creche, eram desviados para outras contas e terceiros. Ao menos parte do dinheiro pagou pessoas ligadas a Mabel. Mas, no ano passado, Mabel e Veloso disseram à Polícia Legislativa da Câmara que suas assinaturas foram falsificadas. Os investigadores pediram um exame grafotécnico ao Instituto Nacional de Criminalística (INC) da PF.
Em ofício à Polícia Legislativa, os peritos da PF dizem que o material colhido dos deputados é insuficiente para fazer comparações com os atos de nomeação dos funcionários fantasmas. Eles querem que os policiais da Câmara enviem documentos mais antigos, com as assinaturas de Mabel e Veloso feitas à época dos fatos. O que os peritos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da PF têm em mãos são autógrafos dos dois deputados colhidos especialmente para a elaboração do inquérito no Legislativo. Os peritos querem assinaturas mais antigas porque, ao longo do tempo, o deputado e o suplente podem ter modificado a forma como faziam suas firmas.
-Assinatura de Mabel entregue à polícia
Veja a íntegra do depoimento de Sandro Mabel
De acordo com o diretor da delegacia da Câmara, Antônio Mariano, a PF informou que o laudo, pela falta dessas assinaturas mais antigas, não ficou pronto. Por isso, já solicitaram aos órgãos administrativos da Câmara documentos com a assinatura dos dois deputados produzidos na mesma época em que foram contratados os funcionários fantasmas.
A assessoria da Polícia Federal foi procurada desde segunda-feira (11) pelo Congresso em Foco. Até o fechamento desta reportagem, não forneceu mais informações sobre o ofício enviado à Câmara e eventuais investigações sobre o caso na PF.
Mais de R$ 2 milhões
O desvio de dinheiro da Câmara por meio da contratação de fantasmas e outros métodos de fraudar a folha foi revelado pelo Congresso em Foco a partir de 2009. O caso ficou conhecido como o “golpe da creche”. Mais de R$ 2 milhões dos cofres públicos foram desviados.
O golpe consistia no seguinte. Um grupo de pessoas aliciava pessoas carentes no entorno do Distrito Federal e prometia a elas um benefício, como o Bolsa Família, proporcional à quantidade de filhos desses moradores. Em troca da promessa do benefício, as pessoas entregavam seus documentos à quadrilha, incluindo certidões de nascimento dos filhos. Sem que soubessem, eram transformadas em funcionárias da Câmara. Recebiam o benefício prometido, o restante (salários e outros benefícios) ficava com a quadrilha. Em outras variantes do golpe, funcionários que realmente existiam forjavam papéis para receberem um auxílio-creche maior e um vale-transporte mais polpudo. Havia ainda pessoas que conscientemente se tornavam fantasmas em troca de uma parcela da remuneração, como um cantor sertanejo de Taguatinga.
Mais de 90 pessoas foram indiciadas pela Polícia Legislativa da Câmara, mas nenhum parlamentar foi arrolado no rol de suspeitos. O exame grafotécnico da Polícia Federal, que poderia comprovar a participação de deputados na fraude, até hoje não ficou pronto. Os investigadores da Câmara consideram líderes da quadrilha um casal de servidores que trabalhava para Sandro Mabel e Raymundo Veloso.
O Congresso em Foco mostrou que Mabel chegou a ajudar a pagar um carro para o líder da quadrilha, o motorista Francisco José Feijão de Araújo, o Franzé. Da conta de uma das vítimas, saíram transferências para Franzé e para pessoas ligadas ao deputado Sandro Mabel, como aliados políticos, eleitores e funcionários do gabinete, além de seus familiares.
Em todos os episódios, o deputado Mabel negou participação nos desvios. “Não tenho nenhum compromisso com possíveis irregularidades que tenham sido cometidas por essas pessoas. Todos os que tiverem cometido alguma coisa errada serão demitidos, mas não vamos demitir com base em rumores”, disse ele em nota enviada ao Congresso em Foco em fevereiro do ano passado.
Veloso tentou a reeleição no ano passado e ficou apenas com a suplência. Ele disse ao site que não sabia da contratação de algumas servidoras em seu gabinete. Entretanto, acolheu o pedido feito pela mulher de Franzé, Abigail Pereira da Silva, acusada de liderar a quadrilha, de nomear pessoas carentes. “A Abigail falou comigo, disse que são pessoas amigas dela que estão passando necessidade. Se podia dar uma ajuda pelo gabinete, um salário mínimo para manter a família. Tinham filhos e gostaria de ajudá-las”, afirmou Veloso em entrevista ao site em novembro de 2009. As duas mulheres foram contratadas por ele.
Franzé e Abigail nunca retornaram os contatos do site para darem sua versão dos fatos. Diante da polícia, ficaram em silêncio.
Fonte:Congresso em Foco
A Polícia Federal quer mais documentos com a assinatura do deputado Sandro Mabel (PR-GO) e do suplente de deputado Raymundo Veloso (PMDB-BA) para conferir se são mesmo deles as autorizações para a contratação de funcionários fantasmas pela Câmara. A partir dessas constratações, os salários e benefícios dos servidores, como o auxílio-creche, eram desviados para outras contas e terceiros. Ao menos parte do dinheiro pagou pessoas ligadas a Mabel. Mas, no ano passado, Mabel e Veloso disseram à Polícia Legislativa da Câmara que suas assinaturas foram falsificadas. Os investigadores pediram um exame grafotécnico ao Instituto Nacional de Criminalística (INC) da PF.
Em ofício à Polícia Legislativa, os peritos da PF dizem que o material colhido dos deputados é insuficiente para fazer comparações com os atos de nomeação dos funcionários fantasmas. Eles querem que os policiais da Câmara enviem documentos mais antigos, com as assinaturas de Mabel e Veloso feitas à época dos fatos. O que os peritos do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da PF têm em mãos são autógrafos dos dois deputados colhidos especialmente para a elaboração do inquérito no Legislativo. Os peritos querem assinaturas mais antigas porque, ao longo do tempo, o deputado e o suplente podem ter modificado a forma como faziam suas firmas.
-Assinatura de Mabel entregue à políciaVeja a íntegra do depoimento de Sandro Mabel
De acordo com o diretor da delegacia da Câmara, Antônio Mariano, a PF informou que o laudo, pela falta dessas assinaturas mais antigas, não ficou pronto. Por isso, já solicitaram aos órgãos administrativos da Câmara documentos com a assinatura dos dois deputados produzidos na mesma época em que foram contratados os funcionários fantasmas.
A assessoria da Polícia Federal foi procurada desde segunda-feira (11) pelo Congresso em Foco. Até o fechamento desta reportagem, não forneceu mais informações sobre o ofício enviado à Câmara e eventuais investigações sobre o caso na PF.
Mais de R$ 2 milhões
O desvio de dinheiro da Câmara por meio da contratação de fantasmas e outros métodos de fraudar a folha foi revelado pelo Congresso em Foco a partir de 2009. O caso ficou conhecido como o “golpe da creche”. Mais de R$ 2 milhões dos cofres públicos foram desviados.
O golpe consistia no seguinte. Um grupo de pessoas aliciava pessoas carentes no entorno do Distrito Federal e prometia a elas um benefício, como o Bolsa Família, proporcional à quantidade de filhos desses moradores. Em troca da promessa do benefício, as pessoas entregavam seus documentos à quadrilha, incluindo certidões de nascimento dos filhos. Sem que soubessem, eram transformadas em funcionárias da Câmara. Recebiam o benefício prometido, o restante (salários e outros benefícios) ficava com a quadrilha. Em outras variantes do golpe, funcionários que realmente existiam forjavam papéis para receberem um auxílio-creche maior e um vale-transporte mais polpudo. Havia ainda pessoas que conscientemente se tornavam fantasmas em troca de uma parcela da remuneração, como um cantor sertanejo de Taguatinga.
Mais de 90 pessoas foram indiciadas pela Polícia Legislativa da Câmara, mas nenhum parlamentar foi arrolado no rol de suspeitos. O exame grafotécnico da Polícia Federal, que poderia comprovar a participação de deputados na fraude, até hoje não ficou pronto. Os investigadores da Câmara consideram líderes da quadrilha um casal de servidores que trabalhava para Sandro Mabel e Raymundo Veloso.
O Congresso em Foco mostrou que Mabel chegou a ajudar a pagar um carro para o líder da quadrilha, o motorista Francisco José Feijão de Araújo, o Franzé. Da conta de uma das vítimas, saíram transferências para Franzé e para pessoas ligadas ao deputado Sandro Mabel, como aliados políticos, eleitores e funcionários do gabinete, além de seus familiares.
Em todos os episódios, o deputado Mabel negou participação nos desvios. “Não tenho nenhum compromisso com possíveis irregularidades que tenham sido cometidas por essas pessoas. Todos os que tiverem cometido alguma coisa errada serão demitidos, mas não vamos demitir com base em rumores”, disse ele em nota enviada ao Congresso em Foco em fevereiro do ano passado.
Veloso tentou a reeleição no ano passado e ficou apenas com a suplência. Ele disse ao site que não sabia da contratação de algumas servidoras em seu gabinete. Entretanto, acolheu o pedido feito pela mulher de Franzé, Abigail Pereira da Silva, acusada de liderar a quadrilha, de nomear pessoas carentes. “A Abigail falou comigo, disse que são pessoas amigas dela que estão passando necessidade. Se podia dar uma ajuda pelo gabinete, um salário mínimo para manter a família. Tinham filhos e gostaria de ajudá-las”, afirmou Veloso em entrevista ao site em novembro de 2009. As duas mulheres foram contratadas por ele.
Franzé e Abigail nunca retornaram os contatos do site para darem sua versão dos fatos. Diante da polícia, ficaram em silêncio.
Fonte:Congresso em Foco
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Justiça Federal condena ex-prefeito de Igaporã por improbidade administrativa

A Justiça Federal de Guanambi condenou o ex-prefeito do município de Igaporã, José Calmito Fagundes Ledo, por improbidade administrativa.
Pela sentença também foram condenados Marivando Fagundes de Souza, presidente de comissão de licitação, e o seu pai, Mário de Souza Porto (comerciante favorecido pelo filho servidor público ao vencer, irregularmente, dezenas de licitações) às penas cominadas no inciso II do art. 12 da Lei nº 8.429/92, a saber:
1 - Ressarcimento integral do dano, consubstanciado no proveito indevido auferido, conforme se apurar em liquidação de sentença, a ser atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora de 1% ao mês, até a data do efetivo pagamento;
2 - Suspensão dos direitos políticos por oito anos dos réus José Calmito Fagundes Ledo e Marivando Fagundes de Souza, por serem agentes públicos, e por cinco anos do réu Mário de Souza Porto;
3 - Perda do cargo público ocupado pelo réu Marivando Fagundes de Souza, após o trânsito em julgado da sentença;
4 - Pagamento de multa civil de R$ 100.000,00 para os dois primeiros réus, por serem agentes públicos, e de R$ 50.000,00 para o terceiro réu;
5 - Proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, por cinco anos; além de pagamento das custas e de honorários advocatícios de sucumbência e, dez por cento do valor da condenação, pro rata.
Segundo a sentença do juiz federal Marcelo Motta de Oliveira: “Resta, assim, patente a responsabilidade dos co-Réus pelos atos de improbidade, a um tempo lesivos ao erário e à moralidade, esta última de forma particularmente gravosa por serem os maiores prejudicados as crianças pobres, usuárias da escola pública, que muitas vezes comparecem à escola apenas para obterem a alimentação diária, empobrecida por conta da malversação de recursos aqui caracterizada” (Seção de Comunicação Social da Justiça Federal da Bahia).
Tribuna Popular Gbi
Prefeito é acusado de improbidade administrativa no PR
O prefeito de Nova Aliança do Ivaí, na região noroeste do estado, é acusado de improbidade administrativa por contratar irregularmente uma prestadora de serviços. Segundo a ação do Ministério Público, Adir Schmitz teria simulado uma licitação, em 2006, para contratar uma empresa de contabilidade pública. Também são acusados servidores públicos e particulares. Um dos contadores que se apresentaram para a suposta “concorrência”, já atuava como contador do município de Janiópolis. Outro exercia cargo de assessor parlamentar da Câmara Municipal de Campo Mourão. E a própria “vencedora” da suposta licitação já exercia o cargo de contadora do município de Araruna. Ela recebia um salário de três mil e 600 reais. No total, a ação pede a devolução de pouco mais de 83 mil e 800 reais aos cofres públicos.
Prefeito de Maringá condenado por improbidade administrativa

O prefeito de Maringá, foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Paraná por improbidade administrativa. O resultado do julgamento, realizado no mês passado, foi divulgado ontem (quarta). Silvio Barros teve os direitos políticos suspensos por cinco anos, e terá que pagar multa de dez vezes o salário dele. Por outro lado, o TJ acatou o recurso da defesa e decidiu que o prefeito deve cumprir o atual mandato até 2012. Barros tem 15 dias para recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. Ele foi condenado por ter contratado três funcionários para cargos comissionados. Eles eram nomeados como assessores do gabinete do prefeito. No entanto, faziam serviços nas secretarias da prefeitura sem terem prestado concurso público, como exige a lei. Uma das funcionárias, Eliane Goffi Mussio, trabalhava como auxiliar de enfermagem nas unidades de saúde de Maringá. Antonio Carlos Gomes e Cezar Augusto Rabello eram encarregados de serviços gerais. O primeiro trabalhava em um terminal rodoviário e o outro na Secretaria de Esportes.
Prefeito de Barracão é condenado por improbidade administrativa

O atual prefeito de Barracão, no sudoeste do Estado, Joarez Lima Henrichs, foi condenado pelo tribunal de Justiça ontem, por improbidade administrativa. Ele teria beneficiado irregularmente duas empresas de uma ex-funcionária da Prefeitura. A ação gerou um rombo de quase 200 mil reais aos cofres do município. O Tribunal de Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos de Joarez por cinco anos e o ressarcimento integral dos gastos irregulares. As empresas ligadas a ex-funcionária também foram condenadas.
Ziraldo é condenado por improbidade administrativa

O escritor Ziraldo foi condenado, pela 2ª vara civil de Foz do Iguaçu, por improbidade administrativa na realização de eventos na região. A sentença saiu dia 31 de março e condenou 11 dos 13 envolvidos na organização do Festival Internacional do Humor Gráfico das Cataratas do Iguaçu. Segundo a ação, movida pelo Ministério Público Federal, o dinheiro público teria sido mal utilizado porque houve contratações sem licitação e pagamentos em duplicidade. Os réus devem ser notificados nesta semana e podem recorrer da decisão.
Bono Vox elogia Lei da Ficha Limpa
Vocalista do U2 procurou Marlon Reis, do MCCE, para conhecer como se formou o movimento popular que gerou a lei.

Bono Vox , Marlon Reis e sua mulher, Ana Lucrécia: cantor queria informações sobre movimento que gerou ficha limpa
Ativista social e engajado em grandes causas, especialmente no combate à pobreza na África, o cantor Bono Vox, vocalista do U2, deu uma demonstração de que o Brasil está no foco mundial. Em sua breve passagem pelo país, em turnê com shows em São Paulo, Bono aproveitou para conhecer os bastidores da considerada, pelas Nações Unidas, a mais importante iniciativa de combate à corrupção de 2010: a Lei da Ficha Limpa.
Interessado em entender como se deu o processo de participação popular e as articulações via web que culminaram na aprovação da Lei da Ficha Limpa no Congresso – lei que torna inelegíveis candidatos condenados em segunda instância pela Justiça –, Bono se encontrou no último domingo (10) com o juiz Márlon Reis, um dos membros do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), principal articulador da iniciativa popular que deu origem à nova lei.
“Bono elogiou muito a conquista. Disse que a Lei da Ficha Limpa é um processo que inspira até ele próprio”, disse Márlon ao Congresso em Foco. “Ele perguntou sobre nosso modo de organização, demonstrou muito interesse por tudo. Nós ficamos muito felizes. Sabemos o importante trabalho social que o Bono e sua fundação desenvolvem na África, então foi muita alegria poder conversar com ele”, afirma.
Fundação One
Segundo Márlon, o contato com o cantor e a Fundação One, que ele preside, continuará. Bono pediu que fosse enviado à fundação um material explicativo sobre o processo de conquista da Lei da Ficha Limpa para ser divulgado no exterior. Recentemente, 18 estudantes de mestrado da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, estiveram no Brasil para pesquisar sobre a nova lei. Pesquisadores alemães também entraram em contato com o MCCE para saber mais a respeito da conquista popular da Lei da Ficha Limpa.
“Há uma repercussão imensa no cenário internacional. A Lei da Ficha Limpa agrega valor ao Brasil. É um favor prestado ao Brasil, que quer adentrar a estreita comunidade das nações que têm muito a dizer para o mundo. O Brasil não vai conseguir fazer muito se ainda for visto como um país com economia pujante e uma política que deixa a desejar em pontos importantes, como esse da permeabilidade da presença de pessoas com pesadas marcas judiciais em certos mandatos”, considerou Márlon.
Para Márlon, apesar do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a nova lei não será válida para as eleições do ano passado, a expectativa de a Lei da Ficha Limpa valer para as próximas eleições, em 2012, quando haverá disputa para prefeitos e vereadores, é muito grande. “Não há dúvida de que há uma expectativa sobre o que vai acontecer. Nós esperamos que, em 2012, o Brasil esteja preparado para demonstrar que tem o perfil de uma grande nação, inclusive no aspecto político”, concluiu o juiz.
Fonte: Congresso em Foco

Bono Vox , Marlon Reis e sua mulher, Ana Lucrécia: cantor queria informações sobre movimento que gerou ficha limpa
Ativista social e engajado em grandes causas, especialmente no combate à pobreza na África, o cantor Bono Vox, vocalista do U2, deu uma demonstração de que o Brasil está no foco mundial. Em sua breve passagem pelo país, em turnê com shows em São Paulo, Bono aproveitou para conhecer os bastidores da considerada, pelas Nações Unidas, a mais importante iniciativa de combate à corrupção de 2010: a Lei da Ficha Limpa.
Interessado em entender como se deu o processo de participação popular e as articulações via web que culminaram na aprovação da Lei da Ficha Limpa no Congresso – lei que torna inelegíveis candidatos condenados em segunda instância pela Justiça –, Bono se encontrou no último domingo (10) com o juiz Márlon Reis, um dos membros do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), principal articulador da iniciativa popular que deu origem à nova lei.
“Bono elogiou muito a conquista. Disse que a Lei da Ficha Limpa é um processo que inspira até ele próprio”, disse Márlon ao Congresso em Foco. “Ele perguntou sobre nosso modo de organização, demonstrou muito interesse por tudo. Nós ficamos muito felizes. Sabemos o importante trabalho social que o Bono e sua fundação desenvolvem na África, então foi muita alegria poder conversar com ele”, afirma.
Fundação One
Segundo Márlon, o contato com o cantor e a Fundação One, que ele preside, continuará. Bono pediu que fosse enviado à fundação um material explicativo sobre o processo de conquista da Lei da Ficha Limpa para ser divulgado no exterior. Recentemente, 18 estudantes de mestrado da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, estiveram no Brasil para pesquisar sobre a nova lei. Pesquisadores alemães também entraram em contato com o MCCE para saber mais a respeito da conquista popular da Lei da Ficha Limpa.
“Há uma repercussão imensa no cenário internacional. A Lei da Ficha Limpa agrega valor ao Brasil. É um favor prestado ao Brasil, que quer adentrar a estreita comunidade das nações que têm muito a dizer para o mundo. O Brasil não vai conseguir fazer muito se ainda for visto como um país com economia pujante e uma política que deixa a desejar em pontos importantes, como esse da permeabilidade da presença de pessoas com pesadas marcas judiciais em certos mandatos”, considerou Márlon.
Para Márlon, apesar do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a nova lei não será válida para as eleições do ano passado, a expectativa de a Lei da Ficha Limpa valer para as próximas eleições, em 2012, quando haverá disputa para prefeitos e vereadores, é muito grande. “Não há dúvida de que há uma expectativa sobre o que vai acontecer. Nós esperamos que, em 2012, o Brasil esteja preparado para demonstrar que tem o perfil de uma grande nação, inclusive no aspecto político”, concluiu o juiz.
Fonte: Congresso em Foco
quarta-feira, 13 de abril de 2011
AGORA NÃO É SOMENTE A AMAC QUE DENUNCIA AS IMPROBIDADES DO PREFEITO, OS VEREADORES DA OPOSIÇÃO TAMBÉM.
Vereadores de Corumbaíba esclarecem denúncia

Os Vereadores de Corumbaíba, Vagner Divino da Costa e Wíwian Carneiro de Almeida Coelho, em resposta à reportagem publicada pelo CNN no dia 10/11/2011, esclarecem a todos os leitores os recentes fatos ocorridos em Corumbaíba – GO. Antes porém, parabenizamos a esse democrático veículo de comunicação, pelo pronto reconhecimento do nosso direito de resposta, assim como determina a lei de imprensa. Feito isso, esclarecemos que o Prefeito Romário Vieira da Rocha não está sendo alvo de denúncias políticas, mas sim de denúncias devidamente formalizadas pelo Ministério Público do Estado de Goiás, mais precisamente pelo atuante, destemido e imparcial Promotor de Justiça, PUBLIUS LENTULUS ALVES DA ROCHA, que em ação proposta na Comarca de Corumbaíba, requereu o afastamento do cargo do Prefeito Romário e de seu Secretário de Governo Divino Magno. A ação, para o conhecimento de todos, possui o nº. 201100999080, e pode ser livremente manuseada junto ao Cartório Cível de Corumbaíba. Portanto, não é verdadeira a alegação ali feita, no sentido de que o Prefeito Romário estaria sendo vítima de denúncias políticas. Mais uma vez lembramos, Romário é alvo de ação proposta pela Promotoria de Justiça de Corumbaíba, a qual não possui vinculação partidária com ninguém. No entanto, é bom que se diga, a ação da Promotoria é decorrente de notícia de irregularidades formulada por nós (Vereadores Wíwian e Vagner), todas elas documentadas. E o Romário, ao invés de usar a imprensa para explicar tais irregularidades ou se defender, tenta se fazer de vítima, de inocente e de coitadinho injustiçado, coisa que ele nunca foi. O Prefeito perdeu uma enorme chance de explicar porque dois ônibus “inservíveis”, segundo declaração dele próprio, foram vendidos por R$75.000,00 para o primo do Secretário Divino Magno, e logo em seguida contratados a peso de ouro pelo Município, que já pagou ao Sr. Gilmar Lourenço R$550.540,00 pela contratação dos mesmos ônibus. Como o valor de R$75.000,00 se refere a venda de dois ônibus, o valor já pago ao Sr. Gilmar Lourenço (R$550.540,00) é o suficiente para comprar 14 ônibus iguais aos vendidos pelo Romário. Isso ele até hoje não explicou! Aliás, o Romário deve várias explicações ao povo de Corumbaíba, que começa pelas inúmeras promessas de campanha não cumpridas, e passa pela prática descarada de nepotismo em sua administração. Seu sogro e seu cunhado, por exemplo, são dois dos maiores prestadores de serviço da Prefeitura, fato também já comunicado ao Ministério Público. Por que o Romário não explica isso? Uma coisa é certa, o Romário sempre tenta responder as acusações que sobre ele recai, desvirtuando a realidade e se esquivando do debate acerca dos fatos denunciados. Outra certeza é a de que ele paga uma promessa com outra promessa. A construção da tal Escola Padrão Século XXI, por exemplo, há dois anos e meio vem sendo anunciada em todos os eventos que ele se faz presente. Enquanto isso, nosso hospital municipal, o único da cidade, não possui sequer um centro cirúrgico; nossos familiares e amigos são amontoados em um cemitério lotado, condenado e interditado pela Agência Ambiental; os jovens estudantes de Corumbaíba continuam andando em ônibus sucateados; nenhuma casa popular foi ou está sendo construída na cidade; estudantes continuam sem bolsa universitária, e professores continuam sendo levados no bico pelas sucessivas promessas de acesso de cargo, entre outras tantas promessas descumpridas. O que nos deixa envaidecidos com a leitura da matéria do dia 10/11/2011, é saber que nossa atuação como Vereadores está servindo de estímulo para o Romário trabalhar, o que nos traz a certeza de que temos que continuar fiscalizando sua gestão. Se nós conseguirmos, depois de mais dois anos de mandato, fazer com que o Romário comece a trabalhar, principalmente de forma transparente e honesta, será nossa maior realização política ao longo de nosso mandato. Por fim, esclarecemos que nunca votamos contra qualquer projeto que fosse bom para Corumbaíba, mesmo que sua autoria fosse do Executivo, o que não ocorria na legislatura passada, como é do conhecimento de todos em nossa cidade. No mais, ao contrário daquele que se diz injustiçado, ressaltamos que nós somos ficha limpa e temos condições legais de disputar qualquer eleição ainda por vir. Além disso, ressaltamos que com freqüência somos vistos no Fórum e na Promotoria de Corumbaíba, porém, em nenhuma ocasião na condição de réu, como é o caso de alguns que tanto amam Corumbaíba, e que apesar de exercer o poder nada fazem pela cidade. Corumbaíba – GO, 10 de abril de 2011. Wíwian e Vagner

Os Vereadores de Corumbaíba, Vagner Divino da Costa e Wíwian Carneiro de Almeida Coelho, em resposta à reportagem publicada pelo CNN no dia 10/11/2011, esclarecem a todos os leitores os recentes fatos ocorridos em Corumbaíba – GO. Antes porém, parabenizamos a esse democrático veículo de comunicação, pelo pronto reconhecimento do nosso direito de resposta, assim como determina a lei de imprensa. Feito isso, esclarecemos que o Prefeito Romário Vieira da Rocha não está sendo alvo de denúncias políticas, mas sim de denúncias devidamente formalizadas pelo Ministério Público do Estado de Goiás, mais precisamente pelo atuante, destemido e imparcial Promotor de Justiça, PUBLIUS LENTULUS ALVES DA ROCHA, que em ação proposta na Comarca de Corumbaíba, requereu o afastamento do cargo do Prefeito Romário e de seu Secretário de Governo Divino Magno. A ação, para o conhecimento de todos, possui o nº. 201100999080, e pode ser livremente manuseada junto ao Cartório Cível de Corumbaíba. Portanto, não é verdadeira a alegação ali feita, no sentido de que o Prefeito Romário estaria sendo vítima de denúncias políticas. Mais uma vez lembramos, Romário é alvo de ação proposta pela Promotoria de Justiça de Corumbaíba, a qual não possui vinculação partidária com ninguém. No entanto, é bom que se diga, a ação da Promotoria é decorrente de notícia de irregularidades formulada por nós (Vereadores Wíwian e Vagner), todas elas documentadas. E o Romário, ao invés de usar a imprensa para explicar tais irregularidades ou se defender, tenta se fazer de vítima, de inocente e de coitadinho injustiçado, coisa que ele nunca foi. O Prefeito perdeu uma enorme chance de explicar porque dois ônibus “inservíveis”, segundo declaração dele próprio, foram vendidos por R$75.000,00 para o primo do Secretário Divino Magno, e logo em seguida contratados a peso de ouro pelo Município, que já pagou ao Sr. Gilmar Lourenço R$550.540,00 pela contratação dos mesmos ônibus. Como o valor de R$75.000,00 se refere a venda de dois ônibus, o valor já pago ao Sr. Gilmar Lourenço (R$550.540,00) é o suficiente para comprar 14 ônibus iguais aos vendidos pelo Romário. Isso ele até hoje não explicou! Aliás, o Romário deve várias explicações ao povo de Corumbaíba, que começa pelas inúmeras promessas de campanha não cumpridas, e passa pela prática descarada de nepotismo em sua administração. Seu sogro e seu cunhado, por exemplo, são dois dos maiores prestadores de serviço da Prefeitura, fato também já comunicado ao Ministério Público. Por que o Romário não explica isso? Uma coisa é certa, o Romário sempre tenta responder as acusações que sobre ele recai, desvirtuando a realidade e se esquivando do debate acerca dos fatos denunciados. Outra certeza é a de que ele paga uma promessa com outra promessa. A construção da tal Escola Padrão Século XXI, por exemplo, há dois anos e meio vem sendo anunciada em todos os eventos que ele se faz presente. Enquanto isso, nosso hospital municipal, o único da cidade, não possui sequer um centro cirúrgico; nossos familiares e amigos são amontoados em um cemitério lotado, condenado e interditado pela Agência Ambiental; os jovens estudantes de Corumbaíba continuam andando em ônibus sucateados; nenhuma casa popular foi ou está sendo construída na cidade; estudantes continuam sem bolsa universitária, e professores continuam sendo levados no bico pelas sucessivas promessas de acesso de cargo, entre outras tantas promessas descumpridas. O que nos deixa envaidecidos com a leitura da matéria do dia 10/11/2011, é saber que nossa atuação como Vereadores está servindo de estímulo para o Romário trabalhar, o que nos traz a certeza de que temos que continuar fiscalizando sua gestão. Se nós conseguirmos, depois de mais dois anos de mandato, fazer com que o Romário comece a trabalhar, principalmente de forma transparente e honesta, será nossa maior realização política ao longo de nosso mandato. Por fim, esclarecemos que nunca votamos contra qualquer projeto que fosse bom para Corumbaíba, mesmo que sua autoria fosse do Executivo, o que não ocorria na legislatura passada, como é do conhecimento de todos em nossa cidade. No mais, ao contrário daquele que se diz injustiçado, ressaltamos que nós somos ficha limpa e temos condições legais de disputar qualquer eleição ainda por vir. Além disso, ressaltamos que com freqüência somos vistos no Fórum e na Promotoria de Corumbaíba, porém, em nenhuma ocasião na condição de réu, como é o caso de alguns que tanto amam Corumbaíba, e que apesar de exercer o poder nada fazem pela cidade. Corumbaíba – GO, 10 de abril de 2011. Wíwian e Vagner
terça-feira, 12 de abril de 2011
MARZAGÃO: PREFEITURA REALIZA OBRAS DE CONSTRUÇÃO E RECUPERAÇÃO DE CALÇADAS
A Prefeitura Municipal de Marzagão executa desde o início do ano o projeto para a construção e recuperação de calçadas em vários locais da cidade. Em um primeiro momento estão sendo entregues mais de 5 mil m2 de calçamentos para pedestres em vias urbanas, a exemplo da Avenida Orcalino Santos e Avenida Perimetral. A ação integra projeto anunciado pelo executivo e tem o propósito de proporcionar maior qualidade de vida à população.

Segundo ainda o prefeito Carlos Gonzaga [PR], a obra faz parte de um convênio do município com o Ministério da Integração Social, através de emenda parlamentar do Deputado Sandro Mabel [PR]. Com recursos na ordem de R$ 153 mil o trabalho já está em fase de acabamento e dentro do prazo estipulado. “Considero esta obra de fundamental importância para dar mais segurança e mobilidade para quem transita pelas calçadas, para as famílias que precisam andar com carrinhos de bebês, pessoas com deficiência, pessoas com dificuldades de locomoção, idosos e crianças que vão para a escola”, avaliou.
Além disso, a Prefeitura tem atuado, ao mesmo tempo, em várias frentes de trabalho com a limpeza nos bairros, operação de tapa-buracos, roçagem em lotes baldios, ações de combate à dengue e recuperação de ruas e estradas vicinais, dentre outras.
MAIS OBRAS
Marzagão também receberá ainda este ano, um espaço Multieventos. Já em execução, a obra deverá abrigar a feira coberta e todas as atividades culturais. De acordo com o prefeito, o projeto está sendo realizado em parceria com o Governo de Goiás, através de convênio firmado com a Agência Goiana de Habitação [Agehab] por meio do cheque comunitário, e disponibilizará toda infraestrutura necessária [palco, banheiros e iluminação adequada] para a realização de eventos, pequenos shows e apresentações diversas.
O prefeito falou da satisfação em viabilizar a construção deste espaço, há tempos almejado por toda a comunidade. “Será certeza mais um sonho realizado. Marzagão poderá contar em breve com um espaço digno para realizar seus eventos e abrigar a feira livre”. [Teka/Agência Press]
Fonte: AGENCIA PRESS
Segundo ainda o prefeito Carlos Gonzaga [PR], a obra faz parte de um convênio do município com o Ministério da Integração Social, através de emenda parlamentar do Deputado Sandro Mabel [PR]. Com recursos na ordem de R$ 153 mil o trabalho já está em fase de acabamento e dentro do prazo estipulado. “Considero esta obra de fundamental importância para dar mais segurança e mobilidade para quem transita pelas calçadas, para as famílias que precisam andar com carrinhos de bebês, pessoas com deficiência, pessoas com dificuldades de locomoção, idosos e crianças que vão para a escola”, avaliou.
Além disso, a Prefeitura tem atuado, ao mesmo tempo, em várias frentes de trabalho com a limpeza nos bairros, operação de tapa-buracos, roçagem em lotes baldios, ações de combate à dengue e recuperação de ruas e estradas vicinais, dentre outras.
MAIS OBRAS
Marzagão também receberá ainda este ano, um espaço Multieventos. Já em execução, a obra deverá abrigar a feira coberta e todas as atividades culturais. De acordo com o prefeito, o projeto está sendo realizado em parceria com o Governo de Goiás, através de convênio firmado com a Agência Goiana de Habitação [Agehab] por meio do cheque comunitário, e disponibilizará toda infraestrutura necessária [palco, banheiros e iluminação adequada] para a realização de eventos, pequenos shows e apresentações diversas.
O prefeito falou da satisfação em viabilizar a construção deste espaço, há tempos almejado por toda a comunidade. “Será certeza mais um sonho realizado. Marzagão poderá contar em breve com um espaço digno para realizar seus eventos e abrigar a feira livre”. [Teka/Agência Press]
Fonte: AGENCIA PRESS
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